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Tuesday, August 20, 2013

Virus que poderia roubar informações bancárias é encontrado no Google Code

 Virus que poderia roubar informações bancárias é encontrado no Google Code 
A Trend Micro informou que localizou, no Brasil, um malware desenvolvido em linguagem Java que faz download do malware BANKER a partir de um projeto recém-criado denominado "flashplayerwindows", que – naturalmente – não tem nenhuma relação com a Adobe.
O arquivo - detectado como JAVA_DLOAD.AFJ é um arquivo compilado que faz o download e executa o “AdobeFlashPlayer.exe”, que foi verificado ser malicioso (e detectado como TROJ_BANLOAD.JFK). Uma vez executado, o trojan conecta com o Google Code (que é um site de código aberto oficial do Google destinado a desenvolvedores para que hospedem o código fonte do seu programa e arquivos relacionados, principalmente em formato de texto) para efetuar o download de outros arquivos. As pessoas por trás dessa ameaça devem ter realizado o upload desses arquivos na página do Google Code
, os quais possuem - claramente - variáveis do BANKER.

Esses malwares são conhecidos por roubar informações bancárias e de email. Tipicamente, eles executam sua rotina de roubo de dados ao fazer uso de sites de phishing que se parecem com sites bancários, para atrair os usuários e divulgar suas informações. Uma vez tendo acessado esses dados, eles podem usá-los para iniciar transações não autorizadas como transferências de valores.
Anteriormente, o BANKER tinha sido encontrado hospedado em sites do Governo Brasileiro, o que afetou usuários do Brasil, EUA e Angola.



Além do perigo do BANKER, o uso de um site conhecido, como o Google Code, é um bom disfarce para os cibercriminosos. O malware sendo hospedado em um site oficial do Google significa que ao baixar o arquivo malicioso, ele vai ser criptografado com certificados SSL válidos, que podem burlar as tecnologias de segurança tradicionais. Como o Google é um domínio legítimo e respeitado, serviços de reputação web tradicionais podem acabar não impedindo o download.
Se essa ameaça parece familiar, é porque o abuso de sites de projetos open-source já foi cometido antes. Em junho passado, a Trend Micro publicou em seu blog as variáveis GAMARUE sendo hospedados no SourceForge que - como o Google Code - é popular entre desenvolvedores e usuários.

Este incidente mostra que, como a Trend Micro já havia previsto para 2013, legítimos provedores de nuvem, como Google Code, são suscetíveis de serem atacados este ano. Com isso, podemos esperar que casos semelhantes irão aparecer (e aumentar) nos próximos dias.

Por fim, a  Trend Micro informou ainda que os arquivos não estão mais disponíveis no Google Code.

Monday, August 19, 2013

Criador do Facebook tem seu próprio perfil invadido por hacker

O facebook do próprio Zuckerberg é invadido por Hacker
Costumo dizer que na internet nunca estamos seguros,prova disso mais um episódio acontece em que após descobrir uma falha que permite a publicação em qualquer mural do Facebook, mesmo sem ter a pessoa adicionada, um hacker palestino resolveu invadir e publicar o bug na timeline do próprio Mark Zuckerberg
. Khalil Shreateh decidiu escrever ao criador da rede depois de ser ignorado pela equipe do site ao informar a falha por email duas vezes, através de um programa de recompensas.
o recado para Zuck, o hacker pediu desculpas por invadir a sua privacidade e postar no seu mural. Ele disse que não teve escolha após todos os reports enviados. Em seu blog, Khalil afirmou que na primeira vez que foi notificado, o Facebook não reconheceu e ignorou o alerta. Em um segundo email, avisou que seria capaz de invadir o perfil do Zuckerberg e deixar um post no mural dele. A resposta foi: “Oi, Khalil. Me desculpe, mas isso não é uma falha. Obrigado”.
Para comprovar a ideia, ele resolveu colocar o plano em ação. Logo em seguida, seu perfil foi bloqueado pela segurança da rede, até o bug ser corrigido, e um engenheiro entrou em contato com Khalil para mais informações. Seu perfil foi reativado, mas o Facebook disse que ele não receberá a recompensa por ter violado os termos de uso do site ao invadir a página do Zuckerberg. Mesmo assim, a rede social admitiu que deveria ter dado uma atenção maior aos avisos do palestino.

Saturday, August 17, 2013

Google diz que usuários do Gmail sabem que não têm privacidade

Google diz que usuários do Gmail sabem que não têm privacidade 
E como fica sua privacidade?
Para se proteger de um processo no qual é acusado de violar as leis de escuta ao vasculhar o conteúdo de email, o Google admitiu que os usuários do Gmail não têm “expectativa razoável” de que suas mensagens sejam confidenciais e que "devem necessariamente esperar que seus e-mails sejam sujeitos a processamento automático". Ou seja, sabem que seus emails e o conteúdo deles são acessados livremente
pela companhia.
O documento judicial com a resposta da empresa foi descoberto pelo grupo de defesa do consumidor Consumer Watchdog, que classifica a revelação como “uma admissão chocante”. Eles tiveram acesso ao documento após as grandes empresas de tecnologia terem que explicar seu papel na espionagem massiva da Agência Nacional de Segurança sobre cidadãos e empresas dos Estados Unidos e de outros países.
O processo foi aberto em maio e alega que o Google “abre, lê e adquire ilegalmente o conteúdo de mensagens privadas dos usuários” para direcionar propaganda. De acordo com o Folha De S. Paulo, o presidente do conselho da empresa, Eric Schmidt, é citado na peça e diz que “a política do Google é chegar bem perto da linha do inadmissível sem cruzá-la”.
A empresa diz que se trata de “práticas comuns de negócio” e que “da mesma forma que o remetente de uma carta a um colega de trabalho não pode se surpreender caso a secretária deste abra a carta, as pessoas que usam email baseado na web não podem se surpreender se suas comunicações forem protegidas pelo serviço de comunicações eletrônicas do destinatário, no curso da entrega”.
Ainda segundo a publicação, o presidente do Consumer Watchdog, John Simpson, disse que a resposta do Google remete a outra analogia. A de que um email é como uma carta. Espera-se que ela seja entregue no endereço indicado e não que o carteiro a abra e leia. “O Google, enfim, admitiu que não respeita a privacidade”, disse.

Monday, August 5, 2013

Descoberto Vírus-espião "Dessert Strike" para aplicativos no Android

Descoberto Vírus-espião "Dessert Strike" para aplicativos no Android
A F-Secure anunciou a descoberta de um novo malware altamente nocivo, capaz de roubar dados, alterar configurações e deixar dispositivos vulneráveis a ataques. O vírus, conhecido como Dessert Strike, foi descoberto pelo analista sênior da F-Secure, Zimry Ong em julho deste ano. 

A ameaça foi encontrada em dispositivos como o Google Play e tem o poder de coletar informações como o modelo do telefone, fabricante, versão do Android utilizada no aparelho, identificação do IMEI, localização do dispositivo e informações do usuário como nome e país de origem. O vírus pertence à família de malwares e também pode ser conhecido como Ropin, Leadbolt, Airpush ou PotentiallyUnwanted. 

O Dessert Strike pode ser instalado nos equipamentos através de falsos anúncios de publicidade. Ao abrir o dispositivo da loja online, o vírus envia um alerta de notificação pra a assinatura de um falso sistema de varredura. Ao ativar o serviço, o malware invade o sistema e permite obter qualquer arquivo do aparelho infectado.
Segundo os experts da F-Secure, os usuários com Android 4.2 podem desabilitar notificações de aplicativos no campo “Gerenciamento de Aplicativo” disponível no sistema e evitar a infecção.


Para saber mais sobre o programa de proteção, acesse: http://www.f-secure.com/en/web/home_global/mobile-security

Saturday, July 6, 2013

Vulnerabilidade do Android pode afetar 99% dos aparelhos

Vulnerabilidade do Android pode afetar 99% dos aparelhos
Cada Vez mais nos preocupamos com o quesito segurança e par quem usa o sistema Android não é diferente.Pois especialistas descobriram uma vulnerabilidade que pode atingir quase a totalidade de usuários.Isso porque a empresa descobriu uma vulnerabilidade que permite alterar o código APK de um app qualquer sem quebrar sua assinatura criptográfica, o que faria essa mudança passar despercebida pela Google Play, pelo celular e pelo próprio usuário.
Em maio a Google anunciou, em grande evento, 900 milhões de Androids ativados, o que significa que 891 milhões de aparelhos móveis poderiam estar em risco, segundo a Bluebox Security.
A criptografia do app sendo reconhecida permite a ele amplo acesso ao smartphone e um trojan bem colocado permitiria não só o roubo de informações, mas também a ativação de serviços do celular ao gosto do hacker, transformando-o num "zombiephone".
Segundo a Bluebox, o bug data, no mínimo desde o Android 1.6 ("Donut"), lançado há quatro anos. A Google foi informada por eles em fevereiro e, de acordo com o CIO, apps da Google Play já são imunes e o Samsung Galaxy S4 também foi consertado. O Nexus, da própria Google, ainda não está fora de perigo.

Friday, April 20, 2012

Instagram muda termos de uso e proíbe imagens de automutilação

instagram_facebook_marketing_digital_media_factory O Instagram anunciou nesta sexta-feira (20) uma mudança nas regras que regem o comportamento da comunidade que usa o site. De acordo com a companhia, a partir de agora, não será permitido colocar no Instagram imagens ou hashtags que sejam dedicadas a “glorificar, promover ou
encorajar a automutilação”.
Em seu regulamento, o Instagram coloca na categoria automutilação situações como o estímulo a ter distúrbios alimentares (veja todas as situações listadas pela empresa nos termos de serviço).
“É importante dizer que essa nova política não se extende a contas criadas para a discussão construtiva ou à documentação de experiências pessoais cuja intenção é a recuperação ou a discussão aberta”, completa a companhia.
A empresa afirma que, em suas regras atuais, já proíbe conteúdo que pode impactar de maneira negativa a comunidade, mas agora as regras são mais específicas. “O Instagram decidiu tomar uma ação para promover uma comunidade positiva e saudável ao criar uma política específica contra esse tipo de conteúdo”, diz o comunicado colocado no blog do Instagram.
A instrução da empresa é que os usuários que encontrarem imagens do tipo as marquem ou até mesmo marquem o usuário, informando que há uma violação nos termos de serviço.
O Instagram, que permite aplicar filtros a fotos e compartilhá-las pelo celular, foi recentemente comprado pelo Facebook por US$ 1 bilhão.

Entenda como funcionam os grampos de celular

O assunto grampo voltou à tona. Vira e mexe, um escândalo começa em Brasília a partir de uma escuta telefônica que pega uma conversa comprometedora. O escândalo da vez é o das conversas de políticos com Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, acusado de comandar um esquema de jogo ilegal em Goiás. As ligações de Cachoeira e outros envolvidos foram grampeadas pela Polícia Federal, com autorização da Justiça, o que acabou registrando também conversas com o senador Demóstenes Torres. (Quer saber mais sobre o caso? Leia na editoria de Política.)

Mas, afinal, como é feito o grampo do ponto de vista técnico?
O primeiro ponto é: em qualquer rede, cabeada ou não, para um grampo ser bem-sucedido é necessário que os dados sejam coletados e decodificados. Quando isso é autorizado pela Justiça e conta com o auxílio da operadora, as duas tarefas são fáceis de serem realizadas.
Todas as ligações para celular passam por uma rede de telecomunicação e, por isso, podem ser alvo de um grampo legal. No caso das conversas de políticos com Cachoeira, o grupo era conhecido como “clube do Nextel” porque usaria aparelhos da operadora Sprint Nextel, habilitados nos Estados Unidos. Aparentemente, o grupo fez isso com a crença de que esses aparelhos são “antigrampo”. Mesmo um aparelho habilitado nos EUA, para ser usado no Brasil, precisa se conectar a uma torre (“estação base”, no termo técnico) operada por uma empresa brasileira, que está sujeita a ordens judiciais do país.
O celular Nextel utiliza uma rede diferente da maioria das operadoras, que é o GSM. Porém, o funcionamento da rede da Nextel, chamada iDEN, é parecido com o da GSM: as conversas são codificadas, mas, em algum momento, a operadora tem acesso “limpo” a esses dados.
A seguir, veja como funciona o grampo nas redes GSM e Nextel:
Rede GSM
A segurança das ligações começa no cartão SIM (Subscriber identity module – módulo identificador de assinante) usado no celular. Por meio dele, o que se fala é criptografado, com o objetivo de embaralhar os dados da chamada para impedir que alguém que esteja próximo use um aparelho de escuta e ouça a conversa.
Quando os dados chegam à operadora, eles precisam ser decodificados para serem novamente embaralhados de acordo com o código que será entendido pelo receptor dos dados. Entre essa decodificação e a nova codificação, a operadora possui os dados “limpos” da chamada, sem nenhuma segurança. Com uma ordem judicial, ela só precisa registrar esses dados em vez de simplesmente descartá-los.

Hacker cria 'estação base' falsa para capturar dados e chamadas do GSM. (Foto: AP)
A criptografia usada pela rede GSM é considerada insegura e pode ser quebrada, o que permite escutas, legais ou ilegais, por alguém próximo de quem usa o telefone, desde que essa pessoa tenha os aparelhos, conhecimento e tecnologia necessários. Em 2010, um hacker demonstrou numa conferência de segurança a fragilidade desse sistema. Também em 2010, especialistas alteraram um celular para grampear conversas com um equipamento mais barato.
A tecnologia 3G ainda não foi quebrada dessa forma – ou se, foi, ninguém nunca divulgou que conseguiu a façanha. Mesmo assim, ela também permite as escutas legais feitas com o auxílio da operadora.
Rede Nextel
Não existe tanta informação pública sobre a rede da Nextel (o iDEN) como existe do GSM, mas sabe-se que o sistema da Nextel, desenvolvido pela Motorola, também criptografa dados usando um cartão SIM, embora seja diferente do usado na rede GSM. Em nota ao G1, a Nextel diz que é possível realizar “interceptação telefônica de qualquer linha que trafegue em sua área de cobertura, mesmo que habilitada fora do país, por meio de ordem judicial válida, na forma da lei”.
A Nextel norte-americana (chamada de Sprint Nextel) tem capacidade para realizar grampos em sistemas de rádio, pelo menos, desde 2002, segundo um documento destinado à polícia norte-americana e que foi publicado na internet pelo site “Cryptome”. O documento não faz nenhuma menção a qualquer dificuldade técnica para realizar esse tipo de interceptação.
Alguns aparelhos Motorola, vendidos exclusivamente para a rede iDEN, também acompanham um recurso chamado MOTO Talk. Apesar de estar presente somente nos celulares da Nextel, ele funciona fora da rede da operadora: a comunicação ocorre exclusivamente entre os aparelhos presentes em um raio de, no máximo, 10 km.  De acordo com a Motorola, a função é como um walkie-talkie e não dispõe de um recurso de segurança para impedir que alguém próximo possa ouvir as conversas. Em outras palavras, o MOTO Talk também não tem qualquer recurso antigrampo.
Sistemas antigrampo
Existe algum aparelho à prova de grampo?
Para um telefone, celular ou fixo, ou mesmo uma chamada VoIP ou acesso à internet, ser “imune” ao grampo, ele precisa utilizar a criptografia “ponto a ponto” ou “fim a fim”. Nesse sistema, há uma camada adicional de segurança que só pode ser desfeita pelo aparelho usado pelo receptor da chamada. Ou seja, a operadora, o cabo ou a rede sem fio – qualquer intermediário –, embora possua acesso aos dados da chamada, isso não serve para muita coisa, porque o conteúdo é ilegível (ou inaudível, conforme o caso).

No Rio, Barack Obama usa telefone especial em tenda antigrampo. (Foto: Pete Souza)
O aparelho especial usado por Barack Obama no Rio de Janeiro usava tecnologia antigrampo, segundo o documento da Casa Branca que define o padrão de segurança para a tenda segura de onde a chamada foi feita. Nesse caso, mesmo quem “ouviu” a conversa não conseguiu saber o que foi dito, porque ela estava codificada. É preciso quebrar a chave usada na comunicação. Uma chave feita e usada corretamente pelos aparelhos pode levar anos para ser quebrada, mesmo com o auxílio de supercomputadores.
Créditos ao g1.com.br

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