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Tuesday, August 20, 2013

Virus que poderia roubar informações bancárias é encontrado no Google Code

 Virus que poderia roubar informações bancárias é encontrado no Google Code 
A Trend Micro informou que localizou, no Brasil, um malware desenvolvido em linguagem Java que faz download do malware BANKER a partir de um projeto recém-criado denominado "flashplayerwindows", que – naturalmente – não tem nenhuma relação com a Adobe.
O arquivo - detectado como JAVA_DLOAD.AFJ é um arquivo compilado que faz o download e executa o “AdobeFlashPlayer.exe”, que foi verificado ser malicioso (e detectado como TROJ_BANLOAD.JFK). Uma vez executado, o trojan conecta com o Google Code (que é um site de código aberto oficial do Google destinado a desenvolvedores para que hospedem o código fonte do seu programa e arquivos relacionados, principalmente em formato de texto) para efetuar o download de outros arquivos. As pessoas por trás dessa ameaça devem ter realizado o upload desses arquivos na página do Google Code
, os quais possuem - claramente - variáveis do BANKER.

Esses malwares são conhecidos por roubar informações bancárias e de email. Tipicamente, eles executam sua rotina de roubo de dados ao fazer uso de sites de phishing que se parecem com sites bancários, para atrair os usuários e divulgar suas informações. Uma vez tendo acessado esses dados, eles podem usá-los para iniciar transações não autorizadas como transferências de valores.
Anteriormente, o BANKER tinha sido encontrado hospedado em sites do Governo Brasileiro, o que afetou usuários do Brasil, EUA e Angola.



Além do perigo do BANKER, o uso de um site conhecido, como o Google Code, é um bom disfarce para os cibercriminosos. O malware sendo hospedado em um site oficial do Google significa que ao baixar o arquivo malicioso, ele vai ser criptografado com certificados SSL válidos, que podem burlar as tecnologias de segurança tradicionais. Como o Google é um domínio legítimo e respeitado, serviços de reputação web tradicionais podem acabar não impedindo o download.
Se essa ameaça parece familiar, é porque o abuso de sites de projetos open-source já foi cometido antes. Em junho passado, a Trend Micro publicou em seu blog as variáveis GAMARUE sendo hospedados no SourceForge que - como o Google Code - é popular entre desenvolvedores e usuários.

Este incidente mostra que, como a Trend Micro já havia previsto para 2013, legítimos provedores de nuvem, como Google Code, são suscetíveis de serem atacados este ano. Com isso, podemos esperar que casos semelhantes irão aparecer (e aumentar) nos próximos dias.

Por fim, a  Trend Micro informou ainda que os arquivos não estão mais disponíveis no Google Code.

Monday, August 19, 2013

Criador do Facebook tem seu próprio perfil invadido por hacker

O facebook do próprio Zuckerberg é invadido por Hacker
Costumo dizer que na internet nunca estamos seguros,prova disso mais um episódio acontece em que após descobrir uma falha que permite a publicação em qualquer mural do Facebook, mesmo sem ter a pessoa adicionada, um hacker palestino resolveu invadir e publicar o bug na timeline do próprio Mark Zuckerberg
. Khalil Shreateh decidiu escrever ao criador da rede depois de ser ignorado pela equipe do site ao informar a falha por email duas vezes, através de um programa de recompensas.
o recado para Zuck, o hacker pediu desculpas por invadir a sua privacidade e postar no seu mural. Ele disse que não teve escolha após todos os reports enviados. Em seu blog, Khalil afirmou que na primeira vez que foi notificado, o Facebook não reconheceu e ignorou o alerta. Em um segundo email, avisou que seria capaz de invadir o perfil do Zuckerberg e deixar um post no mural dele. A resposta foi: “Oi, Khalil. Me desculpe, mas isso não é uma falha. Obrigado”.
Para comprovar a ideia, ele resolveu colocar o plano em ação. Logo em seguida, seu perfil foi bloqueado pela segurança da rede, até o bug ser corrigido, e um engenheiro entrou em contato com Khalil para mais informações. Seu perfil foi reativado, mas o Facebook disse que ele não receberá a recompensa por ter violado os termos de uso do site ao invadir a página do Zuckerberg. Mesmo assim, a rede social admitiu que deveria ter dado uma atenção maior aos avisos do palestino.

Sunday, August 18, 2013

Aplicativo Rastreador de Namorado para Celular

Aplicativo Rastreador de Namorado para Celular
Aplicativo Rastreador de Namorado para Celular
O aplicativo "Rastreador de Namorado", para celulares Android, tem uma proposta um tanto quanto controversa. A ideia do app é informar à usuária – sim, ele é direcionado ao público feminino – por onde o namorado anda e que SMS ele anda recebendo no celular.
Apesar disso, o app tem uma falha muito simples: ele precisa do consentimento do namorado para funcionar. Afinal ele precisa estar instalado no smartphone do rapaz, o que faz com que ele fique visível. Além disso, para usar a função de rastrear, é necessário mandar um SMS para o telefone do namorado. Mas isso já é exposto na descrição do aplicativo na Play Store, que diz: “Com o consentimento de ambos, você instala o Rastreador de Namorado gratuitamente
no aparelho dele”. A ideia original era incluir um modo de rastreamento escondido, mas ele foi removido por causa da política do Google Play.
Mas essas limitações valem apenas para a versão gratuita – que, aliás, está indisponível na Play Store no momento. Existe também uma versão paga, que deve ser comprada por e-mail e instalada fora da loja oficial do Google, pelo preço de R$ 4,99. Nessa versão, tanto o ícone quanto as funções do aplicativo funcionam sem o namorado saber. Segundo informações do site Terra, que contatou a advogada Camilla Massari, instalar um app assim no smartphone de outra pessoa é crime de violação à intimidade, com pena prevista de 2 a 4 anos de prisão, além de multa.
É só abrir o site do aplicativo para ver perguntas como "Quer rastrear o seu namorado?" ou "Acha que ele está aprontando?".
O app promete funções como rastrear a localização do namorado, ativar o microfone do celular dele e ouvir o que ele está captando, receber notificações quando ele desliga o telefone ou liga o modo avião, acompanhar as mensagens trocadas por ele, além de receber o histórico de ligações do telefone do cara.

O vídeo abaixo explica as funções do aplicativo:

Saturday, August 17, 2013

Google diz que usuários do Gmail sabem que não têm privacidade

Google diz que usuários do Gmail sabem que não têm privacidade 
E como fica sua privacidade?
Para se proteger de um processo no qual é acusado de violar as leis de escuta ao vasculhar o conteúdo de email, o Google admitiu que os usuários do Gmail não têm “expectativa razoável” de que suas mensagens sejam confidenciais e que "devem necessariamente esperar que seus e-mails sejam sujeitos a processamento automático". Ou seja, sabem que seus emails e o conteúdo deles são acessados livremente
pela companhia.
O documento judicial com a resposta da empresa foi descoberto pelo grupo de defesa do consumidor Consumer Watchdog, que classifica a revelação como “uma admissão chocante”. Eles tiveram acesso ao documento após as grandes empresas de tecnologia terem que explicar seu papel na espionagem massiva da Agência Nacional de Segurança sobre cidadãos e empresas dos Estados Unidos e de outros países.
O processo foi aberto em maio e alega que o Google “abre, lê e adquire ilegalmente o conteúdo de mensagens privadas dos usuários” para direcionar propaganda. De acordo com o Folha De S. Paulo, o presidente do conselho da empresa, Eric Schmidt, é citado na peça e diz que “a política do Google é chegar bem perto da linha do inadmissível sem cruzá-la”.
A empresa diz que se trata de “práticas comuns de negócio” e que “da mesma forma que o remetente de uma carta a um colega de trabalho não pode se surpreender caso a secretária deste abra a carta, as pessoas que usam email baseado na web não podem se surpreender se suas comunicações forem protegidas pelo serviço de comunicações eletrônicas do destinatário, no curso da entrega”.
Ainda segundo a publicação, o presidente do Consumer Watchdog, John Simpson, disse que a resposta do Google remete a outra analogia. A de que um email é como uma carta. Espera-se que ela seja entregue no endereço indicado e não que o carteiro a abra e leia. “O Google, enfim, admitiu que não respeita a privacidade”, disse.

Tuesday, August 6, 2013

Facebook muda feed de notícias

Facebook muda feed de notícias
Depois de não ter visualizado uma foto publicada por um amigo, mesmo rolando a barra do feed de notícias do Facebook, o vice-presidente de produto do site resolveu sugerir que as publicações consideradas importantes pelos usuários voltem a aparecer no topo da página, caso elas não tenham sido vistas. Essa é a alteração que o Facebook começa a implantar a partir de agora e quem irá decidir quais conteúdos são importantes para você serão os algoritmos.
De acordo com a rede social, um usuário comum recebe, diariamente, 1500 postagens em sua timeline. Com essa mudança no feed, a empresa espera que a taxa de leitura dos conteúdos aumente de 57% para 70%. Os tais algoritmos vão determinar o que  é importante através do número de compartilhamentos, curtidas, comentários e visualizações.

Monday, August 5, 2013

Descoberto Vírus-espião "Dessert Strike" para aplicativos no Android

Descoberto Vírus-espião "Dessert Strike" para aplicativos no Android
A F-Secure anunciou a descoberta de um novo malware altamente nocivo, capaz de roubar dados, alterar configurações e deixar dispositivos vulneráveis a ataques. O vírus, conhecido como Dessert Strike, foi descoberto pelo analista sênior da F-Secure, Zimry Ong em julho deste ano. 

A ameaça foi encontrada em dispositivos como o Google Play e tem o poder de coletar informações como o modelo do telefone, fabricante, versão do Android utilizada no aparelho, identificação do IMEI, localização do dispositivo e informações do usuário como nome e país de origem. O vírus pertence à família de malwares e também pode ser conhecido como Ropin, Leadbolt, Airpush ou PotentiallyUnwanted. 

O Dessert Strike pode ser instalado nos equipamentos através de falsos anúncios de publicidade. Ao abrir o dispositivo da loja online, o vírus envia um alerta de notificação pra a assinatura de um falso sistema de varredura. Ao ativar o serviço, o malware invade o sistema e permite obter qualquer arquivo do aparelho infectado.
Segundo os experts da F-Secure, os usuários com Android 4.2 podem desabilitar notificações de aplicativos no campo “Gerenciamento de Aplicativo” disponível no sistema e evitar a infecção.


Para saber mais sobre o programa de proteção, acesse: http://www.f-secure.com/en/web/home_global/mobile-security

Wednesday, June 26, 2013

TelexFREE Chega ao fim

Acaba a TelexFREE 
Ouça o que diz quem é da própria empresa.

Saturday, June 22, 2013

Brasileira lança vídeo anti Copa e chama atenção no exterior um dos videos mais acessados no youtube

Brasileira lança vídeo anti Copa e chama atenção no exterior 
A brasileira Carla Dauden produziu um vídeo explicando porque os brasileiros estão revoltados contra a Copa e atingiu sucesso no Youtube, com mais de 500 mil acessos em menos de 24 horas.
E você o que pensa?


 

Friday, June 21, 2013

Na internet, protestos pelo Brasil ganham versão de meme, piada e brincadeira

Na internet, protestos pelo Brasil ganham versão de meme, piada e brincadeira

Durante os protestos que tomaram as ruas de todo o Brasil, as manifestações ganharam versões bem-humoradas na internet. Diversas páginas e usuários em redes sociais pegaram carona em temas que ganharam popularidade recentemente - como o uso de vinagre e a ação policial - para fazer piadas como esta acima.

Dilma ameaça renunciar se protestos continuarem

Possível renúncia de Dilma caso os protestos continuem
Agora a porra ficou séria!
Uma fonte extraoficial das imediações do Palácio do Planalto divulgou no twitter essa tarde uma informação sigilosa, cuja a procedência ainda não foi possível aferir, a respeito de suposta ameaça de renúncia da presidente Dilma Rousseff.
“A gente trabalha tanto pra ver o país bem e ainda tem que tolerar essa esculhambação em praça pública!” teria dito a presidente.
Ainda segundo a mesma fonte, “Dilma avalia que se for permanecer no poder, vai decretar estado de sítio, pois só existe, além de tal medida, outro modo de cessar a baderna: renunciando”.
 Até que ponto tal informação procede não sabemos,porém é bem verdade que a situação é grave e real e que a população espera uma decisão e um bom final.

Wednesday, June 19, 2013

Os protestos no Brasil vistos com os olhos do exterior

O que diz a imprensa internacional sobre os protestos no Brasil
Breno Pires - O Estado de S. Paulo
O dia em que 12 capitais brasileiras viraram palcos de protestos e mais de 230 mil pessoas foram às ruas pedirem mudanças no país ganhou destaque em alguns dos principais portais jornalísticos estrangeiros — El País, The Guardian, BBC e New York Times. Os veículos procuraram falar sobre as causas dos protestos e apontaram, quase sempre, a insatisfação com problemas sociais e com o alto custo das obras da Copa das Confederações e da Copa do Mundo.


BBC destacou que protestos se espalharam por várias das principais cidades do Brasil - Reprodução/Internet
Reprodução/Internet
BBC destacou que protestos se espalharam por várias das principais cidades do Brasil
O El País, da Espanha, disse que o Brasil vive as manifestações
com maior adesão popular em décadas. Em uma longa reportagem, o periódico tentou explicar o que está acontecendo no país com base em entrevistas com manifestantes.
"Dez dias, mais de 100 feridos e 230 detidos depois da primeira marcha, dezenas de milhares de pessoas se somaram às convocatórias do Movimento Passe Livre, que reclama acesso gratuito a transporte público. Mas agora as razões do protesto são mais amplas e ambiciosas", diz o El País.
O New York Times, dos Estados Unidos, disse que os manifestantes demonstraram força. Segundo a publicação, os protestos evoluíram para um movimento amplo por grupos e indivíduos por uma variedade de assuntos incluindo o alto custo de vida. Também é dito que existe um paralelo entre os protestos brasileiros e os da Turquia.
"Os crescentes protestos estão entre os maires e mais ressonantes desde o fim da Ditadura Militar em 1985", diz o New York Times.
O Guardian, da Inglaterra, com o título "Protestos no Brasil entram em erupção em enorme escala", disse que o país viveu uma das maiores noites de protesto em décadas enquanto mais de 100 mil pessoas tomaram as ruas pelo país. Os motivos, de acordo com a matéria, seriam a frustração contra a repressão policial, maus serviços públicos e altos custos para a Copa do Mundo de futebol.
The Guardian (E) e El País (D) discutiram causas da insatisfação (Foto: Reprodução)
"Coincidindo com o início da Copa das Confederações - evento teste da Copa do Mundo - os comícios reúnem uma ampla coalizão de pessoas frustradas com a escalada dos custos e a persistente má qualidade dos serviços públicos, investimento em eventos esportivos internacionais, baixos padrões de saúde e uma maior inquietação com a desigualdade e a corrupção", diz o Guardian.
A BBC, de Londres, contabilizou 10 capitais com manifestação. A imagem de manifestantes escalando a cúpula do Congresso foi destacada. O conflito com a polícia no Rio de Janeiro foi enfatizado, além da lembrança feita quanto à quinta-feira 13 de junho, dia do quarto protesto em São Paulo, o mais violento da capital paulista até aqui.
A reportagem, com menos detalhes que a dos outros portais, teve uma imprecisão quanto à data de início dos protestos: diz que eles começaram na semana passada. O veículo pediu que leitores enviassem imagens e relatos para publicação.

Governo Brasileiro quer Facebook Fora do ar em 24 horas

Governo Brasileiro quer Facebook Fora do ar em 24 horas

BRASÍLIA – A rede social Facebook poderá ser que suspensa durante a manifestação nas ruas por colaborar com manifestações desastrosas ao patrimônio público. A decisão é do juiz de São Paulo, Felipe Sílvio. No final da tarde desta terça-feira, o Facebook apresentou ao juiz pedido de reconsideração da decisão. O juiz ainda analisa o caso, que só deve ser decidido na
próxima segunda-feira.

Tudo isso devido as manifestações que estão ocorrendo em todo país. A justiça acredita que tirando o facebook do ar evitará mais protestos danosos.

Se a decisão do juiz for mantida, o Facebook deverá interromper o acesso à rede social e apresentar a informação de que o site está fora do ar para atender ordem judicial. Se essa determinação não for atendida, a empresa terá que pagar multa diária de R$ 10 milhões e o prazo de suspensão do Facebook no país será duplicado.

De acordo com a decisão, foi pedido também que fosse retirada do ar a página “VAMOS PROTESTAR COM VIOLÊNCIA”. O juiz também determinou a identificação das pessoas que criaram a página no Facebook.

A assessoria de imprensa do Facebook no Brasil informou que ainda aguarda um posicionamento oficial da sede, na Califórnia (Estados Unidos), para se manifestar.

Em várias partes do Brasil manifestantes começam a protestar contra essa decisão.

Tuesday, June 18, 2013

Especialistas reconhecem a força da internet nos protestos no Brasil

Especialistas reconhecem a força da internet nos protestos no Brasil
Abaixo fotos dos protestos no Brasil
Poucos protestos na história recente repercutiram tanto na internet como as manifestações pela redução do transporte público em várias cidades brasileiras. Apesar de todo o burburinho sobre os acontecimentos e do importante papel do mundo virtual, especialistas  dizem que o papel da rede é turbinar os protestos. O universo virtual reforça a ação, mas não é responsável por ela - como pode parecer, quando sua timeline no Facebook  fica monotemática tratando apenas das manifestações.
"As redes sociais têm a função de popularizar discussões que ocorrem na internet, mas dizer que apenas elas fazem tudo é exagero", disse Pollyana Ferrari, professora do departamento de jornalismo da PUC-SP e pesquisadora na área de mídias sociais.

O cientista político Pedro Arruda concorda e ressalta a importância do compartilhamento de protestos na rede. "A divulgação desses eventos pela internet acaba despertando uma consciência crítica nas pessoas e, em muitos casos, resulta em mobilização", afirmou Arruda.

Outros protestos (também virtuais) pelo mundo

Occupy - movimento que começou em 2011 nos Estados Unidos contra a corrupção e pela desigualdade social e econômica. O grupo, que iniciou com jovens, foi ganhando adesão de diversos setores da sociedade. Eles alegam não ter uma liderança e muitas ações do grupo são feitas por redes sociais.
Primavera Árabe - levante que começou em 2010 em diversos países árabes pedia o fim de regimes ditatoriais no norte da África e no Oriente Médio. A manifestação, encabeçada por jovens insatisfeitos, conseguiu derrubar o presidente da Tunísia e forçar a renúncia do presidente do Egito em 2011. Até hoje, a onda de protestos afeta a região. Os manifestantes usaram redes sociais para reportarem os eventos.
Indignados - em 2011, jovens espanhóis criaram o movimento "Indignados" para protestar contra a falta de emprego no país. Os manifestantes tomaram praças de várias cidades do país para mostrar insatisfação com a situação financeira do país. A maioria das ações do grupo foi propagandeada via redes sociais.
Outro fator que contribui para o crescimento do assunto no ambiente virtual é o público que participa deste tipo de iniciativa.  "São jovens que 'abandonaram' os veículos de comunicação tradicionais. Eles já usam a internet para se informarem, então nada mais natural do que a rede ser também um espaço para manifestação", disse Pollyana.
Segundo a pesquisadora, o perfil do manifestante engajado nos protestos em redes sociais é de pessoas com menos de 30 anos e que sofrem de alguma forma com os problemas de cidades grandes. Os dados são de um levantamento preliminar do grupo de pesquisa "webativismo", que tem como objetivo analisar como os grupos políticos se organizam na rede.
Esses aspectos sociais e econômicos, combinados com o uso de redes sociais, aproximam as ações realizadas no Brasil àquelas de outros países como a Primavera Árabe, o Occupy (nos Estados Unidos) ou dos Indignados (na Espanha). Porém, nos casos estrangeiros, os problemas eram outros: falta de emprego e falta de democracia. No Brasil, os protestos tiveram início com o aumento da tarifa do transporte público e ganharam proporções maiores, passando a incluir gritos de descontentamento com causas diferentes.

Cobertura alternativa

Além da divulgação, o caso dos protestos contra o aumento de passagem ganhou uma espécie de cobertura alternativa por parte dos internautas. "A rede cumpre o papel de furar um bloqueio a certos temas impostos por alguns meios de comunicação", disse Arruda.  Ele se refere aos relatos feitos por usuários em redes sociais na última quinta-feira (13) durante manifestações em São Paulo e de como alguns veículos de mídia trataram os protestos.
"A combinação do aumento da violência da polícia e da postagem em redes sociais fizeram com que o público apoiasse os manifestantes", analisou Raquel Recuero, especialista no estudo de redes sociais, em um post no blog "Digital Media and Learning" (em inglês).
Foram feitos vários tipos de postagens: relatos, imagens de pessoas feridas pela polícia e vídeos. Um dos mais populares capta a cena de um policial quebrando o vidro de uma viatura – supostamente para culpar os manifestantes pelo estrago. Após a repercussão, a polícia informou que o vidro já estava quebrado e que o soldado só estava tirando os estilhaços.
Antes do incidente que deixou centenas de manifestantes feridos na última quinta-feira em São Paulo, alguns veículos de mídia chegaram a usar o termo "baderneiros" para definir os participantes. Após a repercussão negativa, o termo mudou para "ativistas". Essa mudança foi tratada na coluna "Faroeste urbano" da ombudsman Susana Singer, da Folha de S.Paulo.
Ativismo de sofá
Uma crítica comum aos manifestantes virtuais é o ativismo de sofá, termo que descreve o sujeito que faz barulho nas redes sociais, mas não vai às ruas para protestar.
"É um termo pejorativo, mas o ativista de sofá tem sua importância. Várias pessoas marcam presença em eventos criados no Facebook, mas não podem comparecer por diversas circunstâncias. O ato de confirmar presença é uma forma de prestar solidariedade e de impulsionar o movimento nas ruas", falou Arruda.
Para o cientista político, as pessoas devem se acostumar a esse tipo de protesto organizado pela internet, que ajuda a população a discutir política. "Isso é uma nova forma de participação. As pessoas estão cansadas da 'política eleitoral', que só ouve os eleitores durante os períodos de votação."

OS PROTESTOS EM IMAGENS (Clique na foto para ampliar)

  • PM espirra spray de pimenta em manifestante durante protesto no Rio
  • Em Brasília, manifestantes conseguiram invadir a área externa do Congresso Nacional
  • Milhares de manifestantes tomam a avenida Faria Lima, em SP
  • Após protesto calmo em SP, grupo tenta invadir o Palácio dos Bandeirantes, sede do governo
  • Manifestantes tentam invadir o Palácio Tiradentes, sede da Assembleia Legislativa do Rio
  • Um carro que estava estacionado em uma rua do centro do Rio foi virado e incendiado
  • Jovem é detida pela Brigada Militar durante protesto realizado em Porto Alegre
  • Cláudia Romualdo, comandante do policiamento de Belo Horizonte, posa com manifestantes
  • Estudante é preso dentro diante do Congresso Nacional
  • Manifestantes levam faixa alusiva a 1964 em Porto Alegre
  • Protestos pelo mundo, como este em Berlim, manifestam apoio aos atos no Brasil
  • Fotógrafos protestaram contra a violência da PM em relação aos jornalistas
  • Manifestante preso no protesto no dia 11 é solto em SP
  • Policial atinge cinegrafista com spray de pimenta
  • PM agride clientes de um bar na avenida Paulista
  • Policial atira bombas contra manifestantes
  • Cartaz faz referência à música Cálice, de Chico Buarque, escrita durante a ditadura
  • Manifestantes se ajoelham para tentar se proteger de ação policial
  • Mulher anda de bicicleta em meio a confronto entre policiais e manifestantes
  • Garota segura flor enquanto usa orelhão pichado durante protesto
  • Mulher é ferida na cabeça ao passar por confronto entre polícia e manifestantes
  • Policial atira contra manifestantes em rua do centro de São Paulo
  • Vídeo mostra policial quebrando o vidro do próprio carro da polícia em SP
  • Manifestante faz sinal da paz para policiais
  • Policial Militar aponta arma para se defender de agressores
  • Manifestantes se ajoelham diante de PMs durante protesto na avenida Paulista
  • Policial tenta apagar fogo provocado por manifestantes
  • Manifestantes fazem fogueira durante protesto contra o aumento das passagens
  • Manifestantes tomam a avenida Paulista no segundo protesto
  • Multidão participa do primeiro protesto contra a aumento na tarifa de ônibus

Facebook virou uma rede de manifestação no Brasil

Facebook virou uma rede de manifestação no Brasil
A maior rede social da atualidade virou uma unanimidade,um grito de chega como protesto no Brasil.Por mais que alguém queira ficar alheio ao assunto é impossível,já que o facebook tornou-se um veículo de divulgação de opiniões e marcação de encontros entre manifestantes.As últimas noticias ganharam o mundo e o que a tv não mostra a internet se encarrega de mostrar.É bem verdade muita gente não possui conhecimento algum do assunto e posta no facebook o que vem na cabeça,mas também não esqueçamos que a rede se tornou um veiculo poderoso na ampla divulgação de protestos em todo o país,repercutindo aqui e no exterior.Talvez o facebook possa ser uma arma a favor ou contra o governo,isso depende do ponto de vista da população.Por enquanto nesse jogo o povo leva vantagem e mobiliza toda a classe politica sobre o perigo de uma revolta das pessoas.

O que Dilma diz sobre as manifestações

O que Dilma diz sobre as manifestações
Ao longo de cinco minutos de discurso no Palácio do Planalto, a presidente Dilma Rousseff fez nesta terça-feira (18) sua primeira manifestação contundente sobre os protestos que vêm tomando as principais capitais do país desde a semana passada, e que ontem culminaram em mais de 240 mil pessoas nas ruas.


Quebrando o silêncio,
elogiou o caráter democrático das manifestações, criticou episódios isolados de violência e disse que o "Brasil tem orgulho" dos manifestantes pacíficos.
"O Brasil hoje acordou mais forte. A grandeza das manifestações de ontem comprovam a energia da nossa democracia, a força da voz da rua e o civismo da nossa população. É bom ver tantos jovens e adultos, o neto, o pai, o avô, juntos com a bandeira do Brasil, cantando o hino nacional, dizendo com orgulho "eu sou brasileiro" e defendendo um país melhor. O Brasil tem orgulho deles", afirmou a presidente, durante a apresentação do novo marco regulatório da mineração, no Palácio do Planalto.
POLÍCIA
A presidente elogiou, ainda, a postura das forças policiais nas manifestações de ontem, em mais de uma dezena de capitais brasileiras - entre elas, Brasília, em que manifestantes ocuparam o terraço do Congresso Nacional, ao lado do Palácio do Planalto.
"Devemos louvar o caráter pacífico dos atos de ontem. O caráter pacífico dos atos públicos de ontem evidenciou também o correto tratamento dado pela segurança pública à livre manifestação popular. Conviveram pacificamente. Infelizmente, porém, é verdade, aconteceram atos minoritários e isolados de violência contra pessoas, contra o patrimônio público e privado, que devemos condenar e coibir com vigor. Sabemos, governo e sociedade, que toda violência é destrutiva, lamentável e só gera mais violência. Não podemos aceitar jamais conviver com ela", disse.
Dilma chegou a vincular as demandas dos manifestantes ao surgimento de "cidadãos que querem mais" através das políticas sociais de seu governo e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
"O meu governo, que quer ampliar o acesso à educação e à saúde, compreende que as exigências da população mudam. Mudam. Mudam quando nós mudamos também o Brasil. Porque elevamos a renda, porque ampliamos o acesso ao emprego, porque demos acesso a mais pessoas à educação, surgiram cidadãos que querem mais, que têm direito a mais", afirmou a presidente.
Até então, Dilma vinha buscando se manter distante de uma avaliação mais aprofundada sobre as manifestações. Ontem, no início da noite, no primeiro comentário sobre os episódios, limitou-se a divulgar um comunicado de 16 palavras: "As manifestações pacíficas são legítimas e são próprias da democracia. É próprio dos jovens se manifestarem", disse.
Leia a íntegra do discurso de Dilma Rousseff sobre as manifestações:
"O Brasil hoje acordou mais forte. A grandeza das manifestações de ontem comprovam a energia da nossa democracia, a força da voz da rua e o civismo da nossa população. É bom ver tantos jovens e adultos, o neto, o pai, o avô, juntos com a bandeira do Brasil, cantando o hino nacional, dizendo com orgulho "eu sou brasileiro" e defendendo um país melhor. O Brasil tem orgulho deles.
Devemos louvar o caráter pacífico dos atos de ontem. O caráter pacífico dos atos públicos de ontem evidenciou também o correto tratamento dado pela segurança pública à livre manifestação popular. Conviveram pacificamente.
Infelizmente, porém, é verdade, aconteceram atos minoritários e isolados de violência contra pessoas, contra o patrimônio público e privado, que devemos condenar e coibir com vigor. Sabemos, governo e sociedade, que toda violência é destrutiva, lamentável e só gera mais violência. Não podemos aceitar jamais conviver com ela.
Isso, no entanto, não ofusca o espírito pacífico das pessoas que foram às ruas democraticamente pedir pelos seus direitos. Essas vozes das ruas precisam ser ouvidas. Elas ultrapassam, e ficou visível isso, os mecanismos tradicionais, das instituições, dos partidos políticos, das entidades de classe e da própria mídia.
Os que foram ontem às ruas deram uma mensagem direta ao conjunto da sociedade, sobretudo aos governantes de todas as instâncias. Essa mensagem direta das ruas é por mais cidadania, por melhores escolas, melhores hospitais, postos de saúde, pelo direito à participação. Essa mensagem direta das ruas mostra a exigência de transporte público de qualidade e a preço justo. Essa mensagem direta das ruas é pelo direito de influir nas decisões de todos os governos, do Legislativo e do Judiciário. Essa mensagem direta das ruas é de repúdio à corrupção e ao uso indevido do dinheiro público. Essa mensagem direta das ruas comprova o valor intrínseco da democracia, da participação dos cidadãos em busca de seus direitos.
Eu queria dizer aos senhores: a minha geração sabe o quanto isso nos custou. Eu vi ontem um cartaz muito interessante que dizia: "Desculpe o transtorno, estamos mudando o país". Eu quero dizer que o meu governo está ouvindo essas vozes pela mudança. O meu governo está empenhado e comprometido com a transformação social. A começar pela elevação de 40 milhões de pessoas à classe média, com o fim da miséria.
O meu governo, que quer ampliar o acesso à educação e à saúde, compreende que as exigências da população mudam. Mudam. Mudam quando nós mudamos também o Brasil. Porque elevamos a renda, porque ampliamos o acesso ao emprego, porque demos acesso a mais pessoas à educação, surgiram cidadãos que querem mais, que têm direito a mais.
Sim, todos nós estamos diante de novos desafios. Quem foi ontem às ruas quer mais. As vozes das ruas querem mais, mais cidadania, mais saúde, mais educação, mais transporte, mais oportunidades. Eu quero aqui garantir a vocês que o meu governo também quer mais, e que nós vamos conseguir mais para o nosso país e para o nosso povo."
Creditos a folha de São Paulo

Brasileiros em Portugal apoiam às manifestações no Brasil em ato público

Brasileiros em Portugal apoiam às manifestações no Brasil em ato público
Lisboa – Centenas de brasileiros que moram em Lisboa no fim da tarde (horário local) de hoje (18) se concentraram em frente do consulado brasileiro na cidade, na Praça Luís de Camões, na zona turística e de grande circulação de pessoas, para um ato de apoio às manifestações que ocorrem no Brasil desde a semana passada. Não há contagem oficial sobre o número de participantes em Lisboa, onde residem mais de 10 mil brasileiros (Censo 2011).
Assim como ocorreu nas manifestações mais recentes no Brasil, o ato não seguiu um tema específico: cartazes e palavras de ordem faziam
referências ao custo da passagem de ônibus em São Paulo e ao gasto excessivo de dinheiro público nos estádios para a Copa do Mundo e pediam verba para a saúde e educação. Eles também protestaram contra a repressão policial, a construção da Usina de Belo Monte, no Pará, e o governo federal.
Para a brasileira Amanda Guerreiro, de 27 anos, mestre em antropologia, que carregava um cartaz na manifestação defendendo o Programa Bolsa Família e a distribuição de renda no Brasil, os protestos são importantes e não ocorriam desde a mobilização para o impeachment de Fernando Collor (1992). Ela, no entanto, assinalava a falta de foco para as manifestações. “São demandas muito difusas e variadas e as pessoas acabam perdendo o foco da mudança e de uma mobilização com algum sentido prático e que tenha possibilidade de algum efeito”, disse.
O ator e dublador português Guilherme Ferreira de Macedo, de 23 anos, que acompanhou as manifestações no Brasil pela internet e participava do ato em Lisboa, discorda e enxerga uma razão que aglutina os protestos, inclusive em outros países. “A revolta com o aumento das passagens é apenas uma parte de um problema que não se vive apenas no Brasil. Em outras partes do mundo há essa atmosfera e ocorrem protestos apartidários e a favor de uma mudança política profunda e maior que se quer mostrar. Não é o aumento dos transportes públicos que está levando as pessoas para as ruas, também é toda a pressão social de uma política que se baseia no [interesse do] capital.
O cônsul-geral do Brasil em Portugal, embaixador Ruy Casaes, disse à Agência Brasil que a manifestação não tinha a ver com qualquer problema dos brasileiros no estrangeiro e que “o consulado foi indagado pelos organizadores quanto às providencias para o ato de apoio às manifestações”. A indicação do cônsul foi que os organizadores procurassem a Polícia de Segurança Pública para ter permissão do ato. “A praça é livre”, disse.

Edição: Aécio Amado
 crédito à Agência Brasil

Apoio a manifestações no Brasil reúne 1.100 em Londres

Apoio a manifestações no Brasil reúne 1.100 em Londres

Com as cores do Brasil, pelo menos 1.100 pessoas participavam da manifestação em uma praça ao lado do parlamento, em Londres, na tarde desta terça-feira (18), como forma de apoiar os protestos iniciados semana passada em São Paulo e em outras capitais brasileiras.
Os integrantes do ato começaram a se reunir uma hora antes no local. Perto das 17h, havia cerca de 700 pessoas, segundo um policial integrante da polícia metropolitana de Londres. Após as 19h, (15h de Brasília) havia entre 1.100 e 1.200 pessoas, ainda segundo a polícia local. Membros da organização do ato não souberam estimar o público.

A manifestação estava marcada inicialmente para ocorrer na Trafalgar Square, mas, segundo os organizadores, a pedido da polícia, o local foi alterado para a Old Palace Yard, na lateral do parlamento. A maioria dos brasileiros que vive ou que está temporariamente na Inglaterra usava camisetas das cores do Brasil e bandeiras. Entre os cartazes de protesto havia uma grande faixa escrita em inglês: "I'm Brazilian and I'm not keep calm!!", um trocadilho com uma frase que é referencia entre os britânicos.
Como ocorreu ontem em São Paulo, a razão do protesto era múltipla. Entre as frases escritas em inglês e português: "já tivemos o suficiente na ditadura", em relação à ação policial na semana passada; "mãos ao alto isso é um aumento", sobre as tarifas do transporte, até "contra a PEC 37". Os manifestantes também criticavam gastos com a Copa e a corrupção.
Aos 55 anos, a terapeuta Sonia Merighi participava da quarta manifestação de sua vida. As três primeiras referem-se a momentos históricos do Brasil. Ainda menina participou do protesto contra o golpe militar de 64. Depois participou do grito pelas "diretas já" e pelo impeachment do presidente Fernando Collor, em 1992.
"Estou aqui para lutar contra a corrupção e a desigualdade social. E contra essa pouca vergonha de gastar com estádios enquanto pessoas morrem na fila do hospital."
O estudante Vitor Paiva, 26, há sete anos na Inglaterra, carregava um cartaz com uma charge contra o aumento da tarifa, mas a reportagem disse que sua participação no ato vai além dessa causa. "Estou aqui pelo direito dos brasileiros. Os R$0,20 foram a gota d'água." Cerca de uma hora depois do início do protesto os cartazes e gritos ganharam um tom brasileiro, com a chegada de tamborim, bumbo e pandeiro trazidos por outros manifestantes. O hino nacional foi cantado diversas vezes.

A polícia se organizou em forma de um cordão separando a rua e o jardim onde acontecia o protesto e manteve-se apenas observando a manifestação.
A maioria dos brasileiros soube do ato por uma página no Facebook assim como as estudantes Joana Burd, 23, e Marcela Martinez, 21, que estão estudando na Inglaterra. Os cartazes delas criticavam a ação policial na semana passada. "Quando a polícia perceberá que também faz parte do ato?", dizia um deles.
O protesto está previsto para se encerrar às 20h (16 horas em Brasília).

 

Novidade no Facebook próximo dia 20

Facebook deverá anunciar novidade no próximo dia 20
O Facebook enviou convites para a imprensa para um evento no dia 20 de junho, na sede da empresa em Menlo Park, na Califórnia. A companhia não especifica qual será o anúncio, mas diz, na mensagem, que trata-se de “um novo produto” e que “uma pequena equipe andou trabalhando em uma grande ideia”.

O Slashgear especula algumas possibilidades, como atualizações para o Facebook Home, anunciado em abril e que desagradou um pouco a princípio. Por isso, a companhia prometeu aprimoramentos conforme o feedback dos usuários.

O anúncio de um produto físico também é possível, como foi o caso do HTC First, primeiro smartphone com o Facebook Home pré-instalado.(Busca Driver) Rumores recentes ainda dão conta de que o Facebook irá lançar um leitor de RSS, em uma tentativa de substituir o Google Reader, que está prestes a ser desativado.

Presidente Dilma ameaça tirar internet no Brasil ao persistirem as manifestações

Presidente Dilma ameaça cortar internet no Brasil ao persistirem as manifestações


Dilma realmente parece ter se estressado com todo esse alvoroço, após ter sido vaiada na Abertura da Copas das Confederações e acontecendo essa sequência de manifestações em todo o País.  Na tarde da última segunda-feira, (17), Dilma esteve em reunião com Governadores de todo o País. Ela sugeriu  que se continuar os manifestos por um longo período ela irá retirar a internet de todo o Brasil por tempo indeterminado. Parece ser algo completamente absurdo, porém, é o que Dilma almeja fazer. Empresas pequenas, grandes e empresas multinacionais já entraram com uma petição alegando que nos dias de hoje é impossível manter uma empresa sem internet, pois dificultaria muito a comunicação entre colaboradores e clientes. A petição foi negada de imediato, como as empresas não saberiam mais o que fazer, resolveram apoiar todos os manifestantes a organizar mais manifestações.
Esta matéria criada com intuito de descontrair os leitores  Portal Atualizando, a mesma não se trata de uma matéria verdadeira, por isso não leve-a à sério.Seria o maior tiro no pé caso fosse verdadeira a informação,não é mesmo ?

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